É a minha expressão inglesa favorita: borboletas no estômago. Porque muito mais do que o nosso "frio na barriga", a expressão denota exatamente a sensação de ter esses tão bonitos insetos batendo freneticamente suas asinhas e nos deixando sem fôlego.
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Eu queria me casar. Acho que nunca foi um sonho assim, desde que eu era uma garotinha; o desejo não data de tanto tempo assim. E começou como uma vontade de dividir minha vida, de construir alguma coisa com alguém, de fazer planos, de viver menos paixões arrebatadoras e mais amores tranqüilos. Não tenho a menor idéia de como vai ser, e nem vou ter tão cedo, porque eu não vou me casar, só vou morar com o moço. Mas pra mim, que nunca brinquei de casinha, nem quando criança, a mudança é gigante, as dúvidas também, e as borboletas se multiplicam a cada segundo no meu estômago.
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A grande mudança vem acompanhada da mudança de país, tudoaomesmotempoagora, em uma semana eu embarco pro Canadá. Dessa vez um pouco mais consciente do que da primeira vez, quando fui pro gigante americano sem trabalho, sem conhecer ninguém, e com 80 dólares no bolso. Agora tenho trabalho, tenho uma casa, conheço a cidade, e tenho um namorado.
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Um namorado que é um grande amigo, com quem eu já tinha vivido uma história muita bonita, alguém que eu conheço muito bem e quero muito bem também, que voltou a fazer parte da minha vida recentemente, por skype. Mas tô cheia de dúvidas e de medos... como a Paula me disse uma vez, às vezes a gente está muito mais preparado pra sofrer do que pra ser feliz.
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Mas o que é o amor? O que é morar junto? Significa não ser mais livre pra mudar de país na hora que me dê na telha? O que é dividir uma casa, as contas, a vida? Tudo isso antes me parecia maravilhoso, mas agora me dá muito medo. Porque quando as pessoas se casam, elas não estão perdidamente apaixonadas, elas não devem pensar em coisas como "vamos ficar velhinhos juntos"? Eu não sei se vou ficar velhinha junto com ele. A Naiá me disse que isso não apenas é normal, como é muito saudável.
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Tudo o que eu sei é que eu gosto muito dele, que ele é um grande amigo, que gostamos das mesmas músicas, dos mesmos livros, e nos divertimos muito juntos. Que eu quero ter alguém como ele ao meu lado, alguém tão honesto, sincero e elegante. E que ele gosta muito de mim também, até das minhas verborragias.
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Isso qualifica uma pessoa pra ir morar junto? Espero que sim. Eu conto pra vocês quando eu descobrir.
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Eu queria me casar. Acho que nunca foi um sonho assim, desde que eu era uma garotinha; o desejo não data de tanto tempo assim. E começou como uma vontade de dividir minha vida, de construir alguma coisa com alguém, de fazer planos, de viver menos paixões arrebatadoras e mais amores tranqüilos. Não tenho a menor idéia de como vai ser, e nem vou ter tão cedo, porque eu não vou me casar, só vou morar com o moço. Mas pra mim, que nunca brinquei de casinha, nem quando criança, a mudança é gigante, as dúvidas também, e as borboletas se multiplicam a cada segundo no meu estômago.
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A grande mudança vem acompanhada da mudança de país, tudoaomesmotempoagora, em uma semana eu embarco pro Canadá. Dessa vez um pouco mais consciente do que da primeira vez, quando fui pro gigante americano sem trabalho, sem conhecer ninguém, e com 80 dólares no bolso. Agora tenho trabalho, tenho uma casa, conheço a cidade, e tenho um namorado.
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Um namorado que é um grande amigo, com quem eu já tinha vivido uma história muita bonita, alguém que eu conheço muito bem e quero muito bem também, que voltou a fazer parte da minha vida recentemente, por skype. Mas tô cheia de dúvidas e de medos... como a Paula me disse uma vez, às vezes a gente está muito mais preparado pra sofrer do que pra ser feliz.
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Mas o que é o amor? O que é morar junto? Significa não ser mais livre pra mudar de país na hora que me dê na telha? O que é dividir uma casa, as contas, a vida? Tudo isso antes me parecia maravilhoso, mas agora me dá muito medo. Porque quando as pessoas se casam, elas não estão perdidamente apaixonadas, elas não devem pensar em coisas como "vamos ficar velhinhos juntos"? Eu não sei se vou ficar velhinha junto com ele. A Naiá me disse que isso não apenas é normal, como é muito saudável.
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Tudo o que eu sei é que eu gosto muito dele, que ele é um grande amigo, que gostamos das mesmas músicas, dos mesmos livros, e nos divertimos muito juntos. Que eu quero ter alguém como ele ao meu lado, alguém tão honesto, sincero e elegante. E que ele gosta muito de mim também, até das minhas verborragias.
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Isso qualifica uma pessoa pra ir morar junto? Espero que sim. Eu conto pra vocês quando eu descobrir.
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ai meu deus!
ResponderExcluirGo for it!
quer dizer que não nos encontraremos daqui duas semanas?
ResponderExcluirpois é gente. i look at the world and I notice its turning...
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